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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Novos Rumos

Estou namorando uma nova escola para o meu filho.

Fui visitá-la com o coração aberto, pois sei que ela é bem diferente de tudo o que eu conheço  sobre educação infantil.
Na primeira visita, foi uma alegria, mesmo sem aulas, achei o ambiente incrível. É uma casa, nem pequena, nem grande, confortável e acolhedora.

Na segunda visita, me encantei de vez. É um jardim de infância, para ser criança! Com pão assando no forno, cantigas de roda, brinquedos com materiais naturais, horta, tanque de areia e balanço. Turmas pequenas e educação que respeita o tempo da criança, sem intelectualização precoce.

Enfim, um sonho.

Mas porque eu não estou calma, e segura de que escolhi o lugar certo para o meu filho?

Porque tenho medo.
Na verdade, pânico de fazer a escolha errada.

Lembra que visitei 9 escolas, antes de matricular o meu filho a 2 anos atrás? E depois de muita indecisão e angústia, acabei matriculando ele em uma que eu não achava um opção viável, por haver incompatibilidade de gênios? Pois é, a incompatibilidade só aumenta e as angústias estão gerando ansiedade para o pequeno Samuca. Está mais que na hora de mudar, e eu tenho que enfrentar isso, mas porque tanta resistência?

E eu volto a mesma tecla: ao medo! Medo de estar ficando alternativa demais. Medo de optar por uma educação "diferente" para o meu filho e ele ficar a margem no futuro. Medo de não saber socializar bem com a comunidade fora da escola....
Enfim, MEDO.

Mas eu não quero me paralisar. E se eu puder oferecer o que acredito que seja o melhor para o meu filho agora, tenho que encarar esta alegre opção. Que venha 2013.

quinta-feira, 29 de março de 2012






Existe algo mais frágil que o nascimento?
São tantas as possibilidades que chega até a assustar. 
Meu vizinho foi encontrado morto esta semana. Sozinho, em seu apartamento.  Não sou tão apegada assim à vida, embora fique com medo de perder as pessoas que eu amo. Não pela morte em si, mas sim por não ter mais elas comigo, atravessando a vida.

Fiquei pensativa, tive que ligar e falar sobre o assunto. Fiquei percebendo que deixando o blog de lado, excluindo minha conta do facebook, talvez eu esteja me isolando um pouco também. E fiquei com medo.
Quero ficar sozinha, não.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Meu muro das Lamentações - escolinha parte 126.873.690

Samuca em seu 1º dia de aula

Fiquei muito tempo sem postar para não parecer reclamona.
Acontece que eu sou reclamona, e rabugenta.

E tem sido libertador perceber e aceitar isso. O bom é que eu não preciso mais ser sociável com as outras mães, e embora eu tema o que isso acarretará na falta de vida social do Samuel, eu sigo em frente sem aquela briga para me encaixar. Ou seja, está tudo quase ótimo. O problema é a escola.

Ai, desculpe, mas não dá para confiar em uma escola que prefere promoção a educação concreta, e eu vou seguindo quase que enlouquecendo neste ritmo.

Que bom que as férias estão logo ali.
E eu vou poder "deseducar" o Samuca em um mês ao meu bel prazer.

O_o

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Cadê o bebê que estava aqui?






Hoje estava fazendo uma atividade rotineira, passando umas fotos para o computador, quando em uma das pastas me deparei com esta foto.

Pois é, nem parece que este é o meu atual Samuca. Na verdade nem parece que o meu atual Samuel já foi um menino assim. Bebê. Meu coração se enche de amor quando eu vejo uma foto antiga. Não que eu não o ame hoje, pelo contrário, mas é que nessa fase aí (uns 9 meses) era só alegria. Eu não me dava conta,lógico, mas era.

Sem birras, sem manhas para dormir ou malcriações. Brigas para comer, para me ouvir, para tomar banho...
Era só amor e expectativas.
Hoje é diferente. Primeiro os cuidados, o falar de novo mil vezes a mesma coisa, colocar de castigo, ser durona, e amar.

Puxa, quase me sinto uma megera quando olho estes olhos amendoandos e penso que já os coloquei de castigo, mas sei que daqui a algfuns anos vou achar esta fase fácil.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Eu juro que gostaria de dizer que estou feliz e satisfeita, mas juro que não consigo e não sei o que fazer.

Submetê-lo a nova adaptação? Comprar um uniforme novo? E se eu não gostar da mudança e querer voltar atrás?

Como faz?

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

PMD - a missão

Sexta feira, início de Setembro, dia ótimo para eu me expor e declarar que continuo tentando. Na verdade, que quero tentar de novo, recomeçar, dar mais uma chance a mim, e percebi que sei fazer isso bem expondo minhas fraquezas por aqui.
Parece piada quando eu digo que quero fazer dieta/R.A. É tão óbvio que eu deveria estar correndo atrás de um corpo menos GG, mas a verdade que nada é simples e objetivo nesta minha mente confusa.

Percebi que geralmente eu sofro no mês de Agosto e sempre saio dele decidida a fazer dieta. É só dar uma olhada nos arquivos, como aqui ou aqui. Até intitulei Projeto Mamãe Delícia, fiz um desenho bonitinho, quis mostrar motivação e sempre saio destes desafios pessoais derrotada. É só me ver, está estampado no meu manequim.

Mas é por isso, que estou aqui, de novo, pelo 3º ano consecutivo, dizendo que estou recomeçando. Sim, numa sexta-feira, pré-festinhas infantis, e em Setembro! Quem sabe não funciona?

Torçam por mim,ok?
Inté.

domingo, 14 de agosto de 2011

Meus queridos

Nossa, tem um tempão que eu não escrevo.
Mil coisas aconteceram na mesma proporção que nada saiu do lugar por aqui. As questões vão e vem e Samuca cresce. 
E como cresce.
E eu acompanho o voo.
Chuchu e Tapioco, dupla dinâmica que me deixa do avesso, hoje o dia é de vocês.

Amo²

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Acho que não estou gostando da escola do Samuca.

E eu não sei o que fazer.

#prontofalei

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Colocar um filho na escola é como parir pela segunda vez

Um dia eles são mínimos. Cabem dentro da nossa barriga. 
No outro já estão grandes, quase independentes. E neste 'quase quase' que estamos agora.
Eu e samuca.
Samuca e eu.
Demos o primeiro passo para a sua indepêndencia. Sua vida sem mim. Sinto que pari de novo. Coloquei ele no mundo pela segunda vez. 
Um mundo em que nem ele nem eu somos o centro. Um mundo em que apenas fazemos parte.

Apenas.
Tão somente.
Magicamente.
Perfeitamente.
Apenas.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Eu, Samuel e a escolinha parte ?

Segunda feira eu me dei conta de que está chegando.
Ontem eu comecei a verbalizar.
E hoje eu chorei, na verdade desabei.
Liguei prá minha mãe, chorei mais, esperneei.
Quis colo. 

Samuca cresceu e a nossa rotina de sempre vai mudar.

O estopim da tagarelisse e das lagrímas foi o abusivo livro didático (sim, isso mesmo) que a escola do Samuca pediu, que apenas eles vendem (!) por intermédio da papelaria super cara do bairro e que custa R$186,00 (!!)

Alow?

Samuca já não vai estudar na escola que eu gostaria, eles não me conquistam nadica recusando meu pedido de bolsa, me presenteiam por matriculá-lo lá com um guarda sol (!!!) e ainda por cima inventam uma dessa?

SURTEI.

Mas tenho consciência que as lágrimas não foram pela grana em si, e sim pela mudança.
Pronto falei.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Ufa!

Acabo de acabar um trabalho que peguei para fazer tem uns 20 dias. Entrego amanhã. Foram 55 adereços natalinos. Fiz a pedido de uma amiga, figurinista, para um shopping.
Este foi o primeiro trabalho pós Samuca.

Desde a gravidez que passo dias desejando algo assim, retomar à MINHA VIDA , imaginar como seria  vivenciar a euforia enlouquecida de trabalhos e prazos a serem cumpridos. Adrenalina e café.

Ahhhhh o café...
E madrugadas!


A sensação que eu tive foi que minha vida antiga bateu à minha porta, eu flertei com ela e resolvi deixar ela entrar.

Curti,
Gozei,
Cansei. (Como sempre. Eu me canso das inacansáveis possibilidades)

Quase pedi separação, mas concluí.

Depois dessa experiência me pergunto se algo mudou?
Na verdade não, mas foi importante passar por ela para perceber que o meu " e se " quase que diário não tem fundamento algum.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Los Hermanos


Pois é, não deu
Deixa assim como está sereno
Pois é de Deus
Tudo aquilo que não se pode ver
E ao amanhã a gente não diz
E ao coração que teima em bater
avisa que é de se entregar o viver (2x)
Pois é, até
Onde o destino não previu
Sei mas atrás vou até onde eu consegui
Deixa o amanhã e a gente sorri
Que o coração já quer descansar
Clareia minha vida, amor, no olhar (2x)

sábado, 16 de outubro de 2010

(Eu e samuca em um dos penetráveis do Hélio, o Éden, admirando o lindo teto da casa França Brasil)



Não sei se toda mãe vive em conflito.
Eu sei que eu sim.

Ontem passei por um momento daqueles trevosos que dá vontade de sumir (de novo!)

levei Samuel para ver a expo Museu é o Mundo, vi ele se deliciando com as obras de um dos meus artistas favoritos, o Helio Oiticica.
Eu estava radiante. Estava feliz, num lugar que eu amo e dividindo uma paixão com o meu pequeno.
Até que ela (a birra aliada ao sono e cansaço) de repente surge e estraga tudo.
TUDO.
Samuel começa a chorar e a se jogar no chão, e depois pede colo.
Eu amorosamente digo que darei o colo quando ele parar de chorar. Pois bem, ele começou a berrar, pois queria o colo naquela hora e eu não quis ceder.
ele chorou todo o percurso até chegar em casa.
No metrô um monte de gente ofereceu lugar, achando que isso acalmaria ele.
Até que um senhor, desses bem velhinhos disse que era um absurdo uma mãe não dar colo para o filho.


VIREI BICHO.

Disse que não era falta de amor, pelo contrário. Que se eu não fizesse isso daqui a pouco ele estaria me batendo, ou até me matando, como a gente vê nos jornais.

Eu disse que é difícil, mas criança precisa de limites. Inclusive o meu Samuel.

E mesmo depois de dizer isso acompanhado de um silêncio de um metrô cheio eu me sinto culpada e errada, pois afinal de contas, o filho é meu, ninguém tem que ouvir o choro dele.
Fiquei pensando que mãe tem que ficar confinada no circuito casa-shopping-pracinha mesmo, pois o mundo ( nem nós) estamos preparados para isso.

Pois se eu tivesse confiante mesmo, mandava todo mundo a merda (desculpe, mas esse é o real termo, ok?) e seguia em frente.

Mas a dúvida me acompanhou.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Momento desabafo

Metrô.
Samuel cantarolando algo que só ele entende, aos berros.
Eu falo: Samuel, sem gritar, meu filho. sem gritar.
Samuel diz: Cala a boca!

VERGONHA
HUMILHAÇÃO


Não sabia o que fazer, todos estavam olhando para mim.
Pedi para ele não falar assim.
Mas ele repetiu.

Silêncio

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Eu, eu mesma, meus conflitos e o Dia das Crianças

Amanhã é o dia das Crianças.
O terceiro do Samuca e o primeiro que eu começo a entrar em conflitos com a vontade/necessidade de dar presentes.
Não, ele não precisa de presente.

Mas talvez eu queira dar.

Na verdade eu quero comemorar/celebrar/doar.

Não, não tenho que dar presente só porque é dia das crianças. Mas sei que quando ele começar a entender e pedir as coisas serão diferentes. E estou me preparando e esperando este dia chegar. E sei que ele virá logo, logo.
Ele já sabe das coisas, já demosntra interesse, até esboça pedidos. Uma coisa!
A questão é que ele acaba de ganhar um laptop, ( isso mesmo, laptop, super nerd, não é?) da minha sogra e eu achei muito bacana meu filho ganhar um presentinho.

:)

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

E não é que funciona?

Hoje eu me estressei.
De novo.

Reconheço que estou irritada e estressada demais, sintomas estes do meu cansaço interminável com o dia-a-dia com o Samuca.
E Samuel me vê assim e repete TUDO o que eu faço.
Me vejo tanto nele, que as vezes dói.

Hoje o momento briga foi por conta dos guardanapos que num momento de fúria ele jogou no chão.
Disse a ele que ele iria pegar. Foi um bate-boca meu comigo mesma que durou uns 30 minutos. Pois ele finge que não ouve, (o que me deixa mais de cabelos em pé ainda).
Ele para mostrar quem manda, pisava nos guardanapos, amassava, jogava os bonecos em cima. Só para me desafiar.
E eu me controlando para não perder o controle.
Se é que algum dia eu tive.
Continuei fazendo as minhas coisas e falando:  "Samuel, pegue estes guardanapos agora!"
Acho que foi por pouco que a vizinhança não bateu aqui para pegar.
Mas aí na ultima vez eu falei:
- Você vai pegar agora: 1, 2...
E antes de completar 3 ele começou a pegar. Ele estava aos prantos e eu me abaixei e ajudei ele a catar tudo explicando que não se deve jogar as coisas assim no chão.

NOSSA, foi maravilhoso.
perfeito perceber que educar cansa e MUITO, mas pode valer a pena.
Samuel entende quando peço as coisas a ele, só finge não entender.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Depois de uma crise Homérica, eu disse:
"Sabe, estou cansada Samuca."

e ele disse:
"-Estou cansado também"





Talvez eu não seja uma mãe tão legal quanto eu acho que sou.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Mãe.Mãe.Mãe.Mãe.Mãe.Mãe.Mãe.Mãe.Mãe.Mãe.Mãe.Mãe.Mãe.Mãe.Mãe.
Mãe.Mãe.Mãe.Mãe.Mãe.Mãe.Mãe.Mãe.Mãe.Mãe.Mãe.Mãe.Mãe.Mãe.Mãe.Mãe.Mãe.Mãe.
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Mãe.Mãe.Mãe.Mãe.Mãe.Mãe.Mãe.
É isso que tenho ouvido todos os dias.
Começo a concordar com a Márcia Tiburi: Definitivamente o amor não é para os fracos.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Preciso interromper minha ordem de postagens, para desabafar o seguinte:

Hoje sentei no chão do supermercado e chorei.
Chorei por não compreender o porque Samuel estava tão levado, depois de eu ter pedido mil vezes POR FAVOR, PARE COM ISSO!
Chorei por não saber lidar com suas traquinagens e falta de respeito. E também chorei por não saber como lidar com isso daqui prá frente.

Tive vontade de bater, mas sei que não funcionaria.
Enfim, apenas chorei.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Não, mamãe.

Esta ultima semana foi bem intensa por aqui.

Eu não estou "evoluindo" na mesma velocidade que o Samuel, o que tem me deixado , digamos irritada.
Ele continua fofo, explorador, até gentil, mas sua precoce independência tem sido perturbadora.
Para tudo e todos ele só sabe dizer Não.
Não bebe água, não quer colo, nem beijos!

E quando consigo descolar um cheirinho nele, assim rapidinho ele tende a limpar o rosto olhando para mim dizendo "-Não quero, mamãe".


Ai, dói, sabe?